domingo, 5 de junho de 2011

SÓ QUERIA ENTENDER...




É estranho aqueles momentos em q existe algo bloqueado dentro de si mesmo. Ñ consigo definir o que está se passando dentro de mim. Será mesmo q quero tentar entender? Se for mesmo o q estou pensando será q é isso mesmo q eu quero? As vezes é preferível ficar na incerteza? Ñ consigo nesse exato momento diferenciar se é ansiedade, falta ou mesmo ego. Só sei q está mexendo comigo, ñ sei ao certo o q é mais está!! Continuo aqui sem nem ao menos tentar... Medo?!, Ñ... O orgulho não me deixa...


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Um breve desabafo


Diante de tantas coisas eu nunca deixei de sorrir, mas o meu sorriso não está sendo um dos mais sinceros ultimamente. É sem motivos, é sem tristezas, é sem raiva.. eu estou tão bem, admito. Creio que seja uma falta inaceitável de alguma coisa que eu não sei o que é. De alguma coisa que vai ser minha, de um calor que todos precisam. Não me perguntem nome, nem significado porque eu não sei dizer. Minha vida já me negou tantas vezes sonhos, que hoje eu nego a ela lágrimas.. por isso minto sorrindo, e acabo ficando bem sabia? O problema de tudo isso, é que o ser humano, ou melhor, eu tenho o dom de escolher tudo que é mais difícil pra mim e mesmo assim eu nunca desisto de tentar, e na maioria das vezes minha tentativa tem margens de erros 99,9%. Mas por incrível que pareça, 1% me motiva e me faz mergulhar de cabeça no que eu mais desejo buscar, só não sei o nome, mas eu busco kkk. Eu meio que aprendi que eu não sou, o que eu era antes e pronto! e nunca mais vou ser. É estranho as atitudes das pessoas com essa nova pessoa, que eu me tornei.. mas fazer o que né? a mudança é a lei da vida, todos nós sabemos disso. Infelizmente foi com a dor que eu aprendi a ser mais, mais tudo, mais mulher, mais cabeça, mais feminina, mais egoísta, mais fria, mais séria, mais orgulhosa, mais eu e pronto. Eu estou vendo o quanto é fácil esquecer as pessoas que não me deram nada pra eu lembrar delas depois... ficou um espaço vago, uma interrogação dentro de mim. Uma coisa é certa: Me render é que eu não vou, ficar parada não vai me levar a lugar nenhum.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

MEU JEITO DE NÃO TER JEITO


Não ainda não sou a mulher que precisaria ser, não me vejo sempre usando regras para convencer que sou sempre forte, que nem temo a morte e que o mundo é o único que vejo passar por mim sem semelhança alguma. Que o mundo é o único que se parece a mim!
E que quem não se contradiz não se junte a mim. E quem falar sempre "verdades" pode passar por outra rua e quem me considerar louca, pode se achegar a mim. Tiro as mãos do meu bolso e vou te cumprimentar e se eu olhar meio de lado, não ligue é só meu jeito de olhar... E se eu não te cortejar da forma que gostaria: não ligue, é só meu jeito de não saber ter jeito... É só uma forma de não dar formas a mim, de não me denominar, de não me entender, de não te entender. De nunca estar certa, de estar sempre certa...
Autora: Adrianne Filber

domingo, 14 de novembro de 2010

RECOMEÇAR




Recomeçar é começar de novo. É jogar fora, destruir, remover tudo que não foi bom, que não valeu a pena, que foi feito errado, e com o que sobrou, reconstruir.
É fazer novas paredes, no lugar daquelas que os erros encheram de buracos e rachaduras. Até as mais pequenas imperfeições no reboco tem que ser removivas, para que as novas estruturas possam ser sólidas.
Para recomeçar, é preciso ter em mente que tudo que é bom deve ser refeito, revivido. Portas de liberdade, janelas de confiança, assentadas sobre tijolos de verdade e justiça. No teto, uma laje de carinho e perdão, para que possamos ficar ao abrigo das tempestades que a vida fatalmente traz. No chão, um piso seguro e sólido, feito de companheirismo e compromisso, será a base para caminhar de mãos dadas.
Nada de querer aproveitar uma meia bancada, ou uma pintura esmaecida. Afinal, com a vida não se pode brincar. Lembrando apenas dos momentos em que os olhos falaram mais que as palavras, é preciso tomar o outro pela mão e trabalhar. É começar do zero, usando o único material que não se esgota. O amor.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

VIVER PRA MIM É CRISTO, MORRER PRA MIM É GANHO.


Eu sou especial pra JESUS, amigável, de muito bom humor. Gosto de viver o hoje como se não houvesse o amanha!!! Sou, sobretudo, uma jovem guiada por Deus por caminhos escolhidos por Ele! o Senhor mim leva por onde seu amor mim conduz, faz-me renascer a cada momento e a cada amanhecer, amo meu Deus, meu Jesus que por mim morreu na cruz, sua maior prova de amor por mim!! Por isso a minha vida pertence a Jesus, meu único e verdadeiro Senhor, em minha vida outro Deus não há!!! Te amo e te adoro JESUS, faz-me um servo seu. Eis aqui a tua escrava, faça-se em mim segundo a tua vontade e palavra! Jesus! Amar-te mais que a mim mesmo.....

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Quando a missa se torna uma obrigação...


Sua voz parecia me pedir socorro...

Religião é uma forma de religar. Religa partes, une pontas e diminui distâncias. O sacramento está sempre unido a um símbolo justamente por isso, pois ele é uma forma de concretizar a natureza da religião. Ele é a parte humana que se estende em direção a Deus com o intuito de tocá-lo e experimentá-lo. O símbolo é uma forma de prazer e o sacramento também, pois nele o sacrifício está redimensionado, já tem cores de ressurreição.
A pergunta
O menino chegou e perguntou-me: "Padre, eu sou obrigado ir à missa?". Olhei seus olhos e percebi uma honestidade na questão formulada. Junto da honestidade, havia uma ansiedade que lhe impedia o sorriso. No rosto, não havia alegria. Estava tomado de uma certeza de que a liturgia católica, para ele, estava longe de ser um acontecimento que lhe extraia gratuidade. Era uma obrigação a ser cumprida.
Sua voz parecia me pedir socorro, feito escravo com sua carta de alforria em mãos, a me pedir assinatura.
Naquele momento, fiquei sem palavras. Senti o coração apertado no peito e o desejo de nada responder. Reportei-me à Escritura Sagrada e senti-me como o próprio Abraão, diante do questionamento de Isaac: "Pai, onde está a vítima do sacrifício?" (Gn 22, 7). Pergunta que não tem resposta. Pergunta cheia de ansiedade, de silêncio, de motivos, honesta e plena de razões.
Olhei-o com muita firmeza e resolvi desafiá-lo: "É obrigado visitar alguém a quem se ama?". Ele disse: "Não, não é não, padre". Seguiu-se o silêncio. Calou-se ele, e eu também.
A pergunta que não cala
Algumas horas depois, retomei sua pergunta e fiquei pensando nela. Coloquei-me a pensar na religião que se apresenta ao coração humano como obrigação a se cumprir, feito mochila pesada que se leva nas costas.
Fico pensando no quanto a obrigação pode se opor ao prazer. E o quanto é contraditório fazer a religião ser o local da obrigação. Na expressão: "Deus é amor" (1Jo 4, 8), definição que João nos apresenta em sua carta, está a declaração da gratuidade de Deus.
Deus é o próprio ato de amar. Ele é o amor acontecendo, e a liturgia é a atualização dessa verdade na vida das pessoas. Ir à missa é tomar posse da parte que nos cabe.
Tudo o que ali se celebra e se realiza tem o único objetivo de nos lembrar que há um Deus que se importa conosco, que nos ama e quer nos ver mais de perto. O sacramento nos aproxima de Deus.
Tudo bem, essa é a Teologia, mas e a vida, corresponde à verdade teológica?
Nem sempre. Nosso rito, por vezes, cansa mais do que descansa. É lamentável que a declaração de amor de Deus por nós tenha se tornado uma obrigação.
Sou obrigado a ouvir alguém dizer que me ama?
Se muita gente pensa assim, é porque não temos conseguido "amorizar" a celebração. Racionalizamos o recado de Deus e o reduzimos a uma informação fria e calculada. Dizemos: "Deus nos ama!", da mesma forma como informamos: "A cantina estará funcionando depois da missa!".
A resposta que responde perguntando
Pudera eu ter uma solução! Ou quem sabe uma resposta que aliviasse os corações que se sentem obrigados a conhecer o amor de Deus, como o coração daquele menino.
Talvez, o teu coração também já tenha experimentado essa angústia e essa ansiedade. Gostaria de saber restituir o sabor lúdico das celebrações católicas. Torná-las acontecimentos reveladores, palavras para não serem esquecidas e imagens que despertassem o coração humano para o desejo de descansar ali todas as questões existenciais que o perturbam.
O problema não está no conteúdo do que celebramos, mas, sim, na forma.
A natureza simbólica da vida é o lugar do encanto. Por isso, a celebração é cheia de símbolos. Mas o símbolo, se explicado, deixa de ser símbolo, perde a graça e deixa de comunicar. Talvez seja isso o que tem acontecido conosco. Na ansiedade de sermos eficientes, tornamos a celebração um local de comunicar recados. Falamos, falamos, de maneira ansiosa, cansada e repetitiva. Temos que falar algo, pois também o padre tem a sua obrigação!
E assim vamos celebrando, obrigando o coração e os sentidos a uma espécie de ritual que nos alivia a consciência, mas não nos alivia a existência.
A missa é muito mais do que uma obrigação: é um encontro. Encontro de partes que se amam e se complementam. É só abrir os olhos e perceber!
Creio que possa ser diferente.


Padre Fábio de Melo

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Intensidade do amor


“Não precisamos realizar grandes obras a fim de mostrarmos um grande amor por Deus e pelo próximo. É a intensidade do amor que colocamos em nossos gestos que nos torna alguém especial para Deus e para os homens.”

Madre Tereza de Calcutá